EUA prometem usar bombas gravitacionais de precisão contra o Irã; entenda o que são:

Por Caio Gervazoni - Rio Janeiro

Publicado há 2 meses ago

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Os Estados Unidos afirmaram nesta quarta-feira (4) que pretendem utilizar bombas gravitacionais de precisão em novos ataques contra o Irã. O anúncio foi feito pelo secretário de Defesa do governo de Donald Trump, Pete Hegseth, que declarou que o país possui um “estoque ilimitado” desse tipo de armamento.

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Mas afinal, o que são as chamadas bombas gravitacionais?

De acordo com especialistas em estudos estratégicos, as bombas gravitacionais são artefatos lançados de aviões bombardeiros diretamente em direção a um alvo. Diferentemente de mísseis, elas dependem da gravidade e da velocidade da aeronave para atingir o destino.

Esse tipo de bomba costuma ser utilizado para atingir alvos considerados estratégicos, como veículos militares, depósitos de armas, centros de comando e controle, além de bunkers e instalações subterrâneas.

Apesar de serem consideradas um dos formatos mais antigos de bombardeio aéreo, as bombas gravitacionais evoluíram com o tempo. Atualmente, muitas recebem sistemas de orientação que aumentam a precisão durante a queda, podendo ser guiadas por laser, GPS ou outros sistemas eletrônicos.

Esse avanço tecnológico deu origem às chamadas bombas gravitacionais de precisão, capazes de corrigir a trajetória enquanto estão no ar para atingir pontos específicos com maior exatidão.

Historicamente, esse tipo de armamento ficou conhecido durante a Segunda Guerra Mundial, quando bombas nucleares foram lançadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.

Especialistas destacam que o uso dessas bombas geralmente ocorre quando um país possui superioridade aérea, ou seja, quando consegue controlar o espaço aéreo inimigo sem risco significativo de que seus aviões sejam abatidos.

Nos últimos dias, o governo dos Estados Unidos também afirmou que os ataques do Irã diminuíram desde o início dos confrontos. Segundo o general Dan Caine, os disparos de mísseis balísticos iranianos teriam caído cerca de 86% desde o primeiro dia dos combates, além de uma redução no uso de drones de ataque.

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Por Caio Gervazoni - Rio Janeiro

Publicado há 2 meses ago

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