Passageiras do Metrô Rio relatam uma rotina de superlotação nos vagões exclusivos para mulheres, mesmo sem a presença de homens. O problema ocorre principalmente nos horários de pico, pela manhã e no fim da tarde.
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Vídeos que circulam nas redes sociais mostram vagões compostos apenas por mulheres, mas completamente cheios. Muitas passageiras ficam espremidas, com dificuldade para embarcar e desembarcar, e algumas chegam a passar mal por conta do calor e da falta de espaço.
“Todo dia é uma luta pra entrar. Às vezes espero três, quatro trens passarem. Quando consigo, vou prensada na porta. É mulher demais pro espaço”, relata a vendedora Ana Paula Silva, de 32 anos.
O Metrô Rio informou que monitora o fluxo e que os vagões exclusivos funcionam das 6h às 9h e das 17h às 20h em dias úteis. A concessionária afirma que estuda medidas para melhorar o atendimento.
Especialistas apontam que, apesar de o vagão feminino ser uma iniciativa importante, o aumento da demanda não foi acompanhado pela ampliação da frota. “Tem dia que o vagão só de mulheres lota mais que o misto”, explica a urbanista Carla Medeiros.
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Usuárias pedem aumento no número de vagões exclusivos e redução no intervalo entre os trens. Até o momento, não há prazo definido para mudanças no sistema.
