Ministério Público do Rio investiga aportes suspeitos ligados ao caso Master e pede bloqueio de bens de Nicholas Cardoso, Deivis Marcon Antunes, Banco Master e PKL One
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) protocolou, nesta sexta-feira (10), um pedido de afastamento imediato do presidente interino do Rioprevidência, Nicholas Cardoso, diante de investigações sobre aportes suspeitos realizados após o escândalo do Banco Master. A ação também requer o bloqueio de R$ 1 bilhão em bens de Cardoso, do ex-presidente do fundo Deivis Marcon Antunes, do Banco Master e da empresa PKL One, visando a recomposição do fundo previdenciário estadual. Segundo o MPRJ, os aportes investigados apresentam indícios de irregularidades e possíveis desvios de recursos, o que justifica a medida cautelar para preservar o patrimônio do regime de previdência dos servidores públicos do Rio. A decisão agora aguarda análise da Justiça, que deverá determinar se o afastamento e o bloqueio de bens serão concedidos. O caso reforça a pressão sobre a gestão do Rioprevidência após as denúncias envolvendo o Banco Master e suspeitas de operações financeiras vinculadas a entidades ligadas ao fundo.
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