A morte da professora Cláudia Moraes da Silva, de 57 anos, comoveu moradores de Montes Claros (MG). Ela morreu após ser atingida por uma linha chilena enquanto voltava de motocicleta do trabalho para casa, na última terça-feira (30).
Cláudia atuava no Cemei Rosita Aquino e era descrita por colegas e amigos como uma profissional dedicada e muito querida pela comunidade escolar. Em nota, a Secretaria Municipal de Educação lamentou a perda e destacou o compromisso da professora com os alunos. A unidade de ensino também prestou homenagens nas redes sociais e suspendeu as aulas para acolher estudantes e funcionários.
Segundo o Samu, a professora sofreu um grave corte no pescoço provocado pela linha chilena, além de um ferimento na mão, possivelmente causado ao tentar se proteger. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
O diretor técnico do Samu explicou que esse tipo de linha funciona como uma lâmina quando entra em contato com pessoas em movimento, principalmente motociclistas, ciclistas e usuários de patinetes. Segundo ele, a combinação entre a velocidade do veículo e a linha pode provocar lesões fatais.
O uso e a comercialização de linhas cortantes, como a linha chilena, são proibidos em Minas Gerais. Em Montes Claros, uma lei municipal também restringe a prática de empinar pipas em áreas urbanas e proíbe qualquer tipo de linha com potencial de corte.
A morte da educadora gerou grande comoção e reacendeu o alerta sobre os riscos do uso de linhas cortantes, especialmente durante o período de férias escolares, quando a prática de soltar pipas costuma aumentar.
ASSUSTADOR: Homem morre após ataque a tiros em bar; segunda vítima foi socorrida. Veja o vídeo:
