A fiscalização do Crea-RJ informou nesta segunda-feira (27) que vai autuar e multar a empresa MG Coutinho Serviços Cenográficos, responsável pelo operário Gabriel de Jesus Firmino, que morreu durante a montagem do palco do show de Shakira, na Praia de Copacabana.
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De acordo com o conselho, a empresa não possui registro para exercer atividades de engenharia nem responsável técnico habilitado, o que configura irregularidade.
O Crea-RJ acompanha a montagem da estrutura desde o início de abril e voltou ao local após o acidente para levantar novas informações. O órgão também informou que já enviou ofícios à produtora Bonus Track, mas não recebeu todas as respostas solicitadas.
Segundo as investigações, o trabalhador, morador de Magé, foi imprensado entre dois elevadores enquanto realizava um serviço de soldagem. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos.
Uma perícia foi realizada no domingo (26) e uma nova análise complementar ocorreu nesta segunda-feira (27), conduzida pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli. O laudo deve ser concluído em até 30 dias.
A polícia apura se houve falha operacional, acionamento indevido dos equipamentos ou descumprimento de normas de segurança. Há indícios de que o trabalhador estaria dentro do elevador no momento da operação, o que pode contrariar protocolos de segurança.
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Em nota, a produtora Bonus Track informou que a cantora está comovida com o caso e acompanha os desdobramentos, prestando apoio à família da vítima.
