A Justiça suspendeu por dois anos o processo contra Eduardo Silva Prado, de 48 anos, suspeito de importunação sexual contra uma adolescente de 14 anos em Sorocaba (SP).
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O caso ocorreu em fevereiro de 2026, dentro do minimercado de autoatendimento de um condomínio na Zona Norte da cidade, onde ambos moravam. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento.
Em depoimento na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Eduardo Silva Prado afirmou que o contato físico com a jovem foi acidental.
A Justiça homologou acordo que suspende temporariamente a ação penal. A medida não representa absolvição nem condenação do réu.
Para que o processo seja arquivado ao final de dois anos e ele permaneça réu primário, Eduardo Prado deverá cumprir quatro obrigações: manter distância mínima de 200 metros da adolescente, não frequentar o minimercado do condomínio, comparecer ao fórum a cada três meses para justificar suas atividades e não se ausentar da cidade por mais de 30 dias sem autorização judicial.
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A adolescente recebeu orientação do Conselho Tutelar e passou por acolhimento psicológico no hospital Gpaci, do Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil.
A administração do condomínio informou que colabora com as investigações. O advogado de Eduardo Silva Prado, Luis Rodolfo Cortez, declarou que o cliente não vai se manifestar fora do processo.
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