Polícia identifica mandante do assassinato de Laís em Sepetiba: crime foi encomendado por ciúmes e disputa pela guarda da filha

Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 7 meses ago

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Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) identificaram a mandante do assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, morta no dia 4 de novembro em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. O crime teria sido encomendado pela atual namorada do ex-companheiro da vítima, motivado por ciúmes e pela disputa pela guarda da filha de dois anos.

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De acordo com as investigações, a mulher demonstrava comportamento possessivo em relação à criança e elaborou todo o plano para que ela e o companheiro ficassem com a guarda exclusiva da menina. A criminosa chegou a ameaçar Laís por mensagens em redes sociais e, em seguida, ofereceu cerca de R$ 20 mil para que dois homens executassem o assassinato.

Relembre o caso: https://www.cic7noticias.com/casos-de-policia/identificada-a-mulher-de-24-anos-que-foi-executada-com-tiro-na-cabeca-em-sepetiba-crime-aconteceu-na-frente-do-filho-de-2-anos/

A investigação revelou ainda que a mandante enviou fotos falsas da criança machucada aos executores, com o intuito de “justificar” o crime e motivá-los. O trabalho minucioso de inteligência, aliado à análise de imagens de câmeras de segurança, permitiu à polícia identificar os dois suspeitos e comprovar o envolvimento de ambos na execução.

Imagens de câmeras de segurança mostram os criminosos circulando nas proximidades da Travessa Santa Vitória momentos antes do ataque. Laís empurrava o carrinho do filho quando foi atingida com um tiro na nuca, em uma ação rápida e covarde.

O motociclista que deu fuga aos atiradores se entregou à DHC na última sexta-feira (07/11). Já o autor dos disparos foi preso nesta segunda-feira (10/11) em um restaurante fast food em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante a operação, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos envolvidos.

As investigações seguem para localizar e prender a mandante, que permanece foragida. A DHC trabalha para reunir todas as provas e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados pelo crime.

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Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

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