O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com uma ação judicial para extinguir o Grupamento de Ações Rápidas (GAR) do Degase, alegando práticas de tortura e tratamentos cruéis contra adolescentes em unidades de internação.
Após seis anos de análise de vídeos, o MPRJ revelou episódios de violência, como golpes, uso abusivo de spray de pimenta, agressões físicas e humilhações. Essas ações, consideradas ilegais e desumanas, levaram o órgão a pedir o encerramento das atividades do GAR, grupo originalmente criado para conter tumultos nessas unidades.
