A líder religiosa Gizelly Souza se pronunciou após ser denunciada por suposta prática de estelionato, coação e outros crimes relacionados a atendimentos espirituais pagos. A denúncia aponta que uma mulher identificada como Marina teria sido induzida a realizar diversos pagamentos sob pressão psicológica, além de relatar intimidação, ameaças e possíveis abusos durante os atendimentos.
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Em resposta às acusações, Gizelly publicou um vídeo nas redes sociais negando todos os crimes atribuídos a ela e apresentando sua versão dos fatos. Segundo a líder religiosa, ela é responsável por um templo espiritual onde são realizados atendimentos mediante cobrança de valores referentes a materiais utilizados nos trabalhos e mensalidades, prática que, de acordo com ela, sempre é informada previamente aos frequentadores.
Ainda conforme Gizelly, Marina teria procurado o local de forma voluntária, aceitado os atendimentos espirituais oferecidos e realizado os pagamentos de maneira consciente, sem qualquer tipo de ameaça ou coação. A religiosa negou que tenha aplicado golpes ou se aproveitado da situação da denunciante, afirmando que os valores cobrados seriam destinados exclusivamente à compra de materiais necessários para os trabalhos solicitados.
A líder espiritual também alegou que não conseguiu concluir um dos trabalhos no prazo inicialmente previsto devido à internação hospitalar de seu filho, que, segundo ela, enfrenta graves problemas de saúde. De acordo com sua versão, os materiais adquiridos para o atendimento continuam guardados no templo e comprovações dessas aquisições teriam sido enviadas à denunciante.
Gizelly Souza negou qualquer envolvimento com exploração sexual, intimidação ou coação de frequentadores, classificando as acusações como falsas e caluniosas. Abalada emocionalmente com a repercussão do caso, ela afirmou que pretende adotar medidas judiciais para se defender.
Investigação
A Polícia Civil informou que o caso segue em apuração. Até o momento, não há informações sobre indiciamentos ou conclusão das investigações. Estão sendo analisados documentos, comprovantes de transferências bancárias e depoimentos relacionados aos fatos narrados na denúncia e na versão apresentada pela líder religiosa.
