Um homem agrediu a ex-mulher na noite desta terça-feira (13), por volta das 19h20, no bairro Rasa, em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A agressão aconteceu em frente ao portão da casa da vítima, na Rua Carlito Gonçalves, e foi registrada por câmeras de segurança.
🚨 Clique aqui para fazer parte do nosso grupo de whatsapp e receber todas as notícias da cidade em primeira mão!
As imagens mostram Lucas Mateus dos Santos, de 35 anos, discutindo com Susane Priscila Souza Melo Eurico, de 34. Durante o desentendimento, ele a empurra, fazendo com que a mulher caia sentada na calçada. Em seguida, Lucas se aproxima com o dedo em riste. Susane se levanta e tenta entrar em casa, mas, com os corpos próximos, o agressor envolve um dos braços no pescoço da vítima, tentando imobilizá-la. Os dois vão para o meio da rua, até que Susane consegue se desvencilhar. O vídeo é encerrado logo depois.
De acordo com relato da vítima, a agressão ocorreu após ela impedir que as filhas do casal saíssem sozinhas à noite para encontrar o pai. Susane afirmou que é separada de Lucas há sete anos e que cria as filhas sozinha. Em publicação nas redes sociais, ela relatou que o ex-companheiro passou a gritar com ela por telefone e, em seguida, foi até sua residência para continuar a discussão, que acabou evoluindo para a agressão física.
“Eu disse que não deixo as meninas saírem sozinhas. Quem manda nelas sou eu, afinal, crio elas sozinha. Ele foi para cima de mim e me bateu”, escreveu Susane.
Procurado, Lucas admitiu que empurrou a ex-mulher, mas negou ter desferido socos ou tapas. “Perdi a compostura e a empurrei. Sei que errei”, declarou. Ele afirmou que costuma buscar as filhas para passear e que, no dia do ocorrido, Susane teria se recusado a permitir a saída das meninas por medo de possíveis riscos na rua.
O homem também alegou que tentou imobilizar Susane durante a discussão e afirmou que a irmã da vítima teria interferido, utilizando um pedaço de madeira, o que não aparece nas imagens divulgadas.
O caso repercutiu nas redes sociais e gerou indignação de moradores do município. A ocorrência deverá ser apurada pelas autoridades, e a vítima pode solicitar medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha.
