Alex Moreira Pereira, conhecido como “Drill”, de 42 anos, apontado pela Polícia Militar como uma das lideranças do Terceiro Comando Puro (TCP) no Complexo do Fonseca, em Niterói, foi solto por determinação judicial em 15 de outubro, quase seis meses depois de ser preso. A soltura causou insatisfação na PM, que teme aumento de conflitos territoriais na região.
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A prisão em abril
Drill foi preso em 20 de abril, em uma operação do 12º BPM no Morro do Santo Cristo, no Fonseca, depois de uma denúncia ao Disque Denúncia sobre homens fortemente armados. Cinco outros homens foram presos em uma casa abandonada. A polícia apreendeu dois fuzis, uma granada, munições, rádios, celulares e grande quantidade de cocaína e crack. Os seis foram levados à 78ª DP e autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de uso restrito.
O que diz a polícia sobre ele
Segundo a Polícia Militar, Drill controlava a venda de drogas na região depois que o Comando Vermelho deixou o Fonseca e foi um dos “puxadores de guerra” do TCP na retomada de territórios em disputa. A polícia diz que ele teria liderado, em novembro de 2025, invasões que expulsaram traficantes do Comando Vermelho. Ele atuaria nas comunidades Santo Cristo, Palmeira, Pimba, Coreia e Coronel Leôncio. A PM afirma que ele tem mais de 11 anotações criminais, com suspeitas de homicídio, roubo, tráfico de drogas e corrupção de menores.
A soltura
Os veículos que noticiaram o caso não informam a fundamentação da decisão judicial. A PM diz que a soltura coincide com o aumento da instabilidade na região.
As informações sobre Drill são atribuídas à polícia. Ele não foi condenado e a reportagem não localizou a defesa.
O espaço segue aberto para esclarecimentos e atualizações sobre o caso.
