Um ataque violento entre animais chocou frequentadores da Praia de Icaraí, na Região das Praias da Baía, em Niterói, na tarde de quarta-feira (29). Uma cadela de grande porte avançou repentinamente contra um cão menor, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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O episódio ocorreu em meio a grande circulação de pedestres, incluindo famílias com crianças e outros tutores com seus animais, gerando pânico e comoção entre quem presenciou a cena.
De acordo com vídeos que circulam nas redes sociais, a cadela estaria solta, sem guia e sem focinheira, quando atacou o outro cão, que estava na coleira e acompanhado do tutor. Testemunhas relataram momentos de desespero durante o ataque.
Ainda na noite do mesmo dia, o adestrador Matheus Brasil realizou o resgate do animal, após ser acionado por pedestres. A cadela, apelidada de “Shakira”, foi encontrada na areia da praia e encaminhada para atendimento veterinário com apoio do vereador Daniel Marques.
Segundo Matheus, o animal apresenta sinais de possível abandono e problemas de saúde. “Ela está machucada, mancando de uma das patas traseiras, com a região genital inchada e aparenta ter tido filhotes recentemente. Está agitada, como se estivesse procurando os filhotes o tempo todo”, relatou.
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O vereador informou que a cadela passará por exames e, posteriormente, deverá ser encaminhada para um lar temporário. Ainda não há confirmação sobre a origem do animal nem se ele possui tutor identificado.
O adestrador também lamentou a morte do cão atacado e prestou solidariedade à família da vítima, destacando que a responsabilidade pode estar relacionada a abandono ou negligência.
Em nota, a Prefeitura de Niterói informou que casos como esse devem ser registrados em delegacia e podem configurar crimes, como lesão corporal ou omissão de cautela na guarda de animal. O município também reforçou a legislação que exige o uso de guia e focinheira para cães de determinadas raças, além de destacar ações do Centro de Controle Populacional de Animais Domésticos.
Procurada, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro ainda não informou se há investigação em andamento sobre o caso.
