O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro pediu, no dia 1º de setembro, a manutenção integral das medidas protetivas de urgência concedidas à ex-companheira de Rodrigo Pinheiro de Oliveira Martins, conhecido como Rodrigo Meira.
Na manifestação encaminhada à Justiça, o MP afirma que os fatos descritos no processo revelam um “quadro de risco concreto e grave”. Segundo os autos, a mulher relatou ter sofrido soco no rosto, golpe na cabeça, empurrões e torção no pulso, além de ter sido ameaçada de morte e perseguida no local de trabalho.
As medidas protetivas foram concedidas pela Justiça em 31 de março de 2026. Entre as determinações estão a proibição de aproximação da vítima, familiares e testemunhas, com distância mínima de 500 metros, a proibição de contato por qualquer meio e a proibição de frequentar o local de trabalho da mulher.
Ao defender a continuidade da proteção, o Ministério Público afirmou que não há nos autos elementos que indiquem que a situação de risco tenha cessado, e destacou que existe inquérito policial em andamento relacionado aos mesmos fatos. Além da manutenção das medidas, o MP pediu a realização prioritária de estudo técnico pela Equipe Multidisciplinar e o apensamento do inquérito aos autos da tutela protetiva.
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A manifestação é um pedido do Ministério Público — cabe à Justiça decidir sobre a manutenção das medidas. Os fatos atribuídos a Rodrigo Meira permanecem sob apuração, e a existência das medidas protetivas não representa condenação criminal.
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