SEPE Lagos repudia distribuição de material político em escola de Cabo Frio e pede apuração rigorosa por parte do MPRJ e TRE. Veja:

Por Redação CIC7 - Rio Janeiro

Publicado há 3 anos ago

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CABO FRIO – O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro – Núcleo Lagos (SEPE Lagos) manifestou-se, nesta terça-feira (22/08), sobre a polêmica distribuição de um material impresso em uma escola da rede pública municipal de Cabo Frio. O fato veio à tona após uma reportagem divulgada pelo portal CIC7 Notícias.

A entidade sindical enfatizou que desconhece a íntegra do conteúdo veiculado e, até o momento, não teve acesso ao material em questão. Além disso, afirmou não conhecer a autora da publicação nem os objetivos da mesma.

Conforme divulgado pela reportagem, o impresso possivelmente apresenta indícios de prática de propaganda eleitoral antecipada, uma irregularidade segundo as normativas eleitorais brasileiras. A situação torna-se ainda mais preocupante por utilizar o ambiente escolar para propósitos que parecem destoar do caráter pedagógico inerente a instituições educacionais.

Em resposta a esse cenário, o SEPE Lagos exige uma investigação detalhada sobre o ocorrido. “Usar o espaço escolar para publicidade política da forma como o suposto material o faz, é algo totalmente irregular e estranho a um intuito pedagógico”, afirmou a Direção Colegiada do sindicato em nota.

A entidade defende que os órgãos competentes, como o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), conduzam uma apuração rigorosa para esclarecer os fatos e garantir que as práticas dentro do ambiente escolar estejam alinhadas com os princípios educativos e éticos.

Durante sessão da ALERJ, os deputados Felippe Poubel, Rodrigo Amorim e Alan Lopes criticaram a distribuição de um livro infantil em Cabo Frio, no qual a prefeita Magdala Furtado é retratada como “super-heroína”. A obra, entregue sem aviso prévio aos pais dos alunos, desencadeou promessas dos parlamentares de acionar o TRE, MPRJ e a comissão de educação da ALERJ. Juliana Vignoli, autora do livro, defendeu sua iniciativa, citando autorizações e o foco no “Agosto Lilás”, enquanto a prefeita, após dar aval, teria recuado pouco antes da entrega. O incidente trouxe à tona debates sobre a politização do espaço escolar e a ética na gestão pública.

A controvérsia em torno do livro intensificou-se com a revelação de que, mesmo após dar seu aval inicial, a prefeita Magdala teria desautorizado a distribuição do material pouco antes do horário previsto. Fotos e registros de conversas apresentados por Juliana Vignoli parecem corroborar essa mudança de postura. Este novo elemento no caso eleva as questões sobre a transparência e os procedimentos adotados nas interações entre a administração pública e as instituições educacionais.

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