Marcos da Rocha Mendes, mais conhecido como Marquinho Mendes, enfrenta um sério contratempo em sua trajetória política. O Tribunal de Contas da União (TCU) recentemente o condenou por má gestão de verbas de convênio. Esta condenação é a mais recente de uma série que já afeta o político, confirmando sua inelegibilidade para as próximas eleições.
Na decisão da 1ª Câmara do TCU, presidida pelo relator Vital do Regô, as contas de Marquinho foram julgadas irregulares, seguindo os artigos da Lei 8.443/1992 e do Regimento Interno do TCU. Esta condenação aponta para graves desvios na administração de recursos públicos.
Marquinho foi condenado ao pagamento de quantias específicas, que devem ser atualizadas monetariamente e acrescidas de juros de mora. O prazo para o pagamento é de 15 dias após a notificação, sob pena de cobrança judicial em caso de inadimplência.
Além disso, Marquinho enfrenta uma multa individual no valor de R$ 10.000,00, a ser paga ao Tesouro Nacional dentro do mesmo prazo de 15 dias. O não pagamento pode levar a medidas judiciais adicionais.
O TCU também oferece a opção de parcelar a dívida em até 36 vezes, com a condição de que a falta de pagamento de qualquer parcela acarretará no vencimento antecipado do saldo devedor.
Esta condenação mais recente é mais um retrato da carreira política de Marquinho Mendes, que já enfrentava desafios legais para se candidatar em futuras eleições. O acórdão do TCU foi encaminhado para a Secretaria Nacional de Segurança Pública e para a Procuradoria da República no Rio de Janeiro para as devidas providências.

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