A Câmara Municipal de Armação dos Búzios divulgou uma nota de esclarecimento nesta quinta-feira (3) informando que Ginho, encontrado morto no bairro São José, nunca fez parte do quadro de funcionários da Casa Legislativa.
Apesar de ser conhecido por acompanhar as sessões e apoiar o vereador Anderson Chaves, ele não era seu assessor e não foi nomeado nesta legislatura.
O corpo de Ginho foi encontrado por moradores, e a perícia confirmou que ele foi executado com quatro disparos dentro de sua residência. As investigações estão em andamento e consideram a hipótese de que o crime possa estar ligado a possíveis desdobramentos da Operação Plastográfos, na qual ele foi preso em 2020, acusado de envolvimento em um esquema de venda irregular de alvarás.
A Câmara Municipal manifestou solidariedade à família da vítima. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) conduz a apuração do caso.
