A gestante que solicitou socorro médico no Hospital Municipal Jaqueline Prates, em Araruama, foi negligenciada em seu atendimento e, ao recorrer às redes sociais para relatar o caso, teve sua versão posta em descrédito por alegações de Francisco Ribeiro que desmentia o relato da parturiente.
A gestante, Raphaella Correia, narrou que ao precisar, solicitou atendimento no Hospital Municipal Jaqueline Prates no centro de Araruama, e, segundo ela, os médicos se negaram a fazer seu parto, que precisava ser cesariano por problemas de saúde.
Segundo Raphaella, ela foi até a unidade duas vezes sofrendo com fortes dores abdominais, mas os médicos mandaram ela voltar para casa, por não ter completado as 38 semanas de gestação.
Em seu relato, a parturiente diz que sua barriga já está dura e o bebê não estaria mais se mexendo, além disso, nem os médicos conseguem escutar os batimentos do bebê.
A gestante disse que recentemente uma amiga perdeu o bebê da mesma forma, na referida unidade e, por isso, ela teme pelo pior.
Cabe ressaltar que este mesmo hospital é reincidente em casos de negligência médica. Em março deste ano, a senhora Marta Dantas faleceu após passar por um procedimento cirúrgico para retirada de mioma e, mesmo com sérias complicações pós-cirúrgicas, teve alta e logo após veio a óbito.
Segundo Dona Raphaella Correia, que classificou como malicioso o uso indevido e não autorizado de sua imagem, a iniciativa de Francisco Ribeiro tem a finalidade de desviar a atenção dos munícipes para o fato de que o JP está infinitamente distante de ser o Hospital referência propagado por Lívia Bello em seu marketing eleitoral.
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