O cantor e compositor Ed Motta está sendo investigado pela Polícia Civil por injúria por preconceito após uma confusão registrada no restaurante Grado, no Rio de Janeiro, no último dia 2. O crime prevê pena de 1 a 3 anos de reclusão.
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Segundo depoimento de um funcionário do estabelecimento, o artista teria feito ofensas xenofóbicas contra nordestinos durante o desentendimento. Entre as frases relatadas à polícia, Ed Motta teria chamado um funcionário de “paraíba” em tom pejorativo e proferido ofensas verbais durante a discussão.
De acordo com a investigação, a confusão começou após um desentendimento envolvendo a cobrança da taxa de rolha. Funcionários relataram que o cantor costumava frequentar o local sem pagar a taxa quando estava sozinho ou acompanhado apenas da esposa, mas que, desta vez, como havia mais pessoas na mesa, a cobrança foi aplicada, gerando irritação.
Ainda segundo relatos, um dos homens que acompanhava o artista teria feito comentários constrangedores a um funcionário. Em seguida, Ed Motta teria elevado o tom, ofendido trabalhadores do restaurante e, antes de deixar o local, jogado uma cadeira, que não atingiu ninguém.
Imagens da confusão circulam nas redes sociais e mostram o momento em que o cantor arremessa o objeto dentro do restaurante.
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A 15ª DP da Gávea investiga dois possíveis crimes: injúria por preconceito, no qual Ed Motta aparece como investigado, e lesão corporal envolvendo frequentadores de outra mesa do restaurante.
O cantor é esperado para prestar depoimento nesta terça-feira (12). Após ser intimado anteriormente, informou que estava viajando.
A defesa de Ed Motta negou agressões por parte do artista e afirmou que ele deixou o restaurante indignado com o atendimento recebido.
