Em uma incursão realizada na madrugada desta segunda-feira (3) às principais unidades de saúde de Araruama, nossa equipe de reportagem se deparou com uma dura realidade enfrentrara pelos pacientes. O motolink CIC7 notícias flagrou inúmeras violações às diretrizes de direitos humanos, todas cometidas pela atual gestão da saúde do município, mesmo diante de repetidos fatos, a administração insiste em negar a gravidade da situação.
A cada quinzena, moradores de diversas localidades de Araruama são forçados a enfrentar péssimas condições por um atendimento. Esperam por horas nas filas que se formam durante as madrugadas, em frente às principais unidades de saúde. A situação é deplorável e não pode mais ser ignorada.
O motolink CIC7 notícias têm realizado visitas periódicas a esses locais de concentração dos pacientes, e a cena é desoladora. Pessoas debilitadas, principalmente senhoras idosas, sofrem com a falta de estrutura para acolhimento e atendimento adequado. Elas relatam a ausência de abrigos cobertos, banheiros, bebedouros e até mesmo segurança. É uma verdadeira prova de resistência e desumanidade que esses pacientes são submetidos.
As reclamações recorrentes, a maioria das vezes realizadas por pessoas vulneráveis, falam sobre trazer água de casa, falta de cadeiras, em muitas ocasiões, não possuem banheiros, essas condições são inaceitáveis e configuram uma clara violação aos direitos fundamentais de dignidade e saúde.
Vale ressaltar que a saúde é um direito universalmente reconhecido. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, em seu artigo XXV, estabelece que todo ser humano tem direito a um padrão de vida adequado que assegure a si e a sua família saúde e bem-estar, incluindo cuidados médicos e serviços sociais indispensáveis. A atual gestão da saúde em Araruama parece ignorar completamente esse princípio.
No contexto brasileiro, o direito à saúde foi conquistado através da luta pela Reforma Sanitária e se materializou na criação do Sistema Único de Saúde (SUS), consagrado pela Constituição Federal de 1988. O artigo 196 da Constituição afirma claramente que “a saúde é direito de todos e dever do Estado”. No entanto, o que vemos em Araruama é um completo descaso com esse direito fundamental.
O direito à saúde não se resume apenas ao acesso a serviços hospitalares e unidades básicas. Ele abrange uma qualidade de vida adequada, em conjunto com outros direitos básicos, como educação, saneamento básico, cultura e segurança. É um direito que não pode ser negligenciado.
A criação do SUS teve como objetivo principal a responsabilidade do Estado em garantir uma atuação preventiva e abrangente. Não se trata apenas de disponibilizar postos de saúde e hospitais, mas sim de antecipar problemas, conhecer a realidade de cada família e encaminhar as pessoas para os serviços de saúde quando necessário. Infelizmente, em Araruama, esse tipo de serviço não está sendo concretizado.
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