Homem que se masturbou em academia em SP já era investigado por agredir mulher em bar. Veja o vídeo do momento da agressão:

Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 17 segundos ago

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O homem acusado de se masturbar na frente de uma cirurgiã-dentista em uma academia da zona Sul de São Paulo já era investigado por agredir uma mulher em um bar, segundo informações que chegaram à reportagem. Há um vídeo que registraria o momento dessa agressão. O caso da academia, registrado como importunação sexual, aconteceu no domingo (25/10), no Jardim Marajoara, e é investigado pela Polícia Civil.

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Histórico de violência

A informação sobre a investigação anterior surge após a repercussão do caso da academia. A reportagem não localizou detalhes sobre quando e onde ocorreu a agressão no bar, em que fase está a investigação ou quem divulgou o vídeo. A Polícia Civil também não detalhou esse histórico até o momento.

O caso na academia

Segundo a denúncia, uma cirurgiã-dentista foi filmada se expondo e se masturbando enquanto treinava. Ao perceber, ela gravou a cena e avisou os professores. As imagens mostram o homem encarando a mulher enquanto pratica o ato. Ainda de acordo com a vítima, o suspeito fugiu depois de ser abordado pelos funcionários, e ela foi acompanhada até a delegacia.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado no 99º DP (Campo Grande) como importunação sexual e que a Polícia Civil faz diligências para localizar o suspeito.

Posicionamento da academia

Em nota, a Peralta Fitness repudiou o episódio e disse que bloqueou o acesso do homem a todas as unidades da rede. A empresa afirmou que acolheu a aluna e a acompanhou à delegacia. Sobre o episódio anterior envolvendo o mesmo homem, a academia disse que o relato se refere a outra academia, sem vínculo com a rede, e que não conhecia esse histórico. A empresa se colocou à disposição das autoridades, inclusive para fornecer imagens de segurança.

Como denunciar

Vítimas de violência contra a mulher podem ligar para o Ligue 180, e em caso de emergência, para o 190.

O suspeito não foi localizado até a última atualização, e a reportagem não conseguiu contato com a defesa dele. Ele é investigado e tem direito à presunção de inocência até decisão final da Justiça.

O espaço segue aberto para esclarecimentos e atualizações sobre o caso.

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