A paciente Thais deu entrada no Hospital Municipal Miguel Couto andando normalmente, mas afirma que passou a apresentar paralisia no lado esquerdo do corpo após a aplicação de uma anestesia do tipo raque, realizada por uma médica residente da unidade. Desde então, segundo o relato, ela permanece internada há cerca de quatro meses sem conseguir andar.
🚨 Clique aqui para fazer parte do nosso grupo de whatsapp e receber todas as notícias da cidade em primeira mão!
De acordo com Thais, o procedimento anestésico foi feito para a realização de um atendimento médico, e logo após a aplicação ela começou a sentir perda de força e sensibilidade. Com o passar do tempo, o quadro evoluiu para paralisia no lado esquerdo do corpo, impactando diretamente sua mobilidade e qualidade de vida.
Ainda segundo a paciente, desde o ocorrido ela segue em acompanhamento médico no hospital, mas sem apresentar melhora significativa que permita a recuperação dos movimentos. Ela destaca que entrou na unidade caminhando normalmente e que, após o procedimento, passou a depender de ajuda para atividades básicas do dia a dia.
O caso levanta questionamentos sobre possíveis complicações associadas à anestesia raque, um procedimento comum, mas que pode apresentar riscos em situações específicas. A paciente e familiares buscam esclarecimentos sobre as causas da paralisia e se houve alguma falha durante o atendimento ou na aplicação da anestesia.
Até o momento, não há informações oficiais divulgadas pelo Hospital Miguel Couto sobre o caso, nem confirmação de abertura de sindicância interna para apurar as circunstâncias do ocorrido. O espaço permanece aberto para manifestação da unidade de saúde e dos profissionais envolvidos.
