O governador Cláudio Castro (PL) decidiu pedir o retorno dos policiais que faziam escolta armada de Marcelo Freixo para os seus cargos originais.
Freixo assumiu a agência de promoção do turismo do governo federal, e ainda contava com a escolta de quatro policiais civis do Rio, além de oito agentes da Secretaria de Administração Penitenciária.
O político ganhou a escolta especial em 2008, quando presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Milícias da Assembleia Legislativa, um marco na luta contra o crime organizado e sua articulação com o poder público.
Marcelo Freixo disputou a eleição contra Cláudio Castro, perdeu e agora atua em Brasília como chefe da agência de promoção do turismo do governo federal. Portanto, essa batata quente cai na mão do ministro da Justiça, Flávio Dino, que deverá decidir se ainda há a necessidade de uma escolta especial para o petista.
Após tantos anos no serviço de escolta, a piadinha no governo do estado é de que os agentes que cuidavam de Freixo precisarão fazer um cursinho de reciclagem para voltarem ao serviço regular.
Histórico
Em abril de 2022, Castro cortou a remuneração de três dos policiais civis que integram a escolta de Marcelo Freixo. A poucos meses da eleição, os agentes foram transferidos à revelia e perderam gratificações de R$ 1.500 mensais. No fim de 2021, o governador também já havia ameaçado retirar parte da escolta de Marcelo Freixo.
Fonte: Extra
