Uma mulher precisou ser submetida a um procedimento médico após o uso inadequado de um objeto íntimo, segundo relato do cirurgião do aparelho digestivo e bariátrico Daniel Brosco. O caso foi compartilhado pelo especialista nas redes sociais e serve de alerta para os riscos envolvidos.
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De acordo com o médico, a paciente fazia uso de anticoagulantes, o que aumentou a complexidade do atendimento. Por conta do risco elevado de sangramento, foi necessário realizar o procedimento com anestesia geral.
O cirurgião explicou ainda que o objeto estava posicionado de forma inadequada, o que elevava o risco de lesões internas, como perfuração da mucosa intestinal.
Além disso, a paciente já possuía histórico de problemas intestinais, incluindo retirada de pólipos, o que tornava a região mais sensível e vulnerável a complicações.
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Apesar do quadro delicado, o objeto foi removido sem necessidade de cirurgia aberta. Ainda assim, o procedimento exigiu cuidados específicos, já que a anestesia geral também apresenta riscos.
Segundo Daniel Brosco, esse tipo de situação tem sido cada vez mais frequente. O especialista reforçou a importância da conscientização sobre o uso seguro desses objetos, destacando que, embora possa parecer incomum, trata-se de um tema sério e recorrente na prática médica.
