Três jovens são detidos por estupro coletivo de menina de 12 anos em Itaguaí. VÍDEO:

Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 11 meses ago

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Um crime chocante abalou a Baixada Fluminense nesta semana: uma menina de 12 anos foi vítima de estupro coletivo cometido por três jovens – um homem de 19 anos e dois adolescentes de 16 e 17 anos. Os suspeitos se entregaram à polícia, após investigações da 50ª Delegacia de Polícia (DP) de Itaguaí, que confirmaram a brutalidade do ataque.

De acordo com o depoimento da mãe da vítima à polícia, ela havia deixado a filha brincando em uma quadra esportiva próxima à residência, ao lado do irmão de 18 anos, que jogava futebol. A menina, no entanto, deixou o local sozinha para se encontrar com os suspeitos, em um encontro marcado previamente via redes sociais, junto com duas amigas que não compareceram. Os agressores, moradores da região, a atraíram com a promessa de um simples beijo, mas a conduziram para uma rua escura no bairro Teixeira, próxima a um colégio, onde consumaram o crime.

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As investigações revelam um ato de extrema violência: os jovens seguraram os braços da adolescente, ameaçando-a para que repetisse palavras obscenas de cunho sexual. Enquanto um deles a violentava sexualmente, os outros a continham, impedindo qualquer reação de defesa. A vítima foi resgatada e encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames confirmaram lesões compatíveis com estupro. O caso foi enquadrado como estupro de vulnerável, agravado pela idade da menina e pela participação coletiva.

O homem de 19 anos foi autuado por estupro de vulnerável e corrupção de menores, crimes que preveem penas de até 12 anos de prisão para o adulto. Os adolescentes de 16 e 17 anos foram apreendidos em flagrante por ato infracional análogo, sujeitos a medidas socioeducativas, como internação em unidades da Fundação Centro de Socioeducação (FCSE), por um período que pode variar de 6 meses a 3 anos, dependendo da avaliação judicial. A 50ª DP segue apurando se há outros envolvidos ou histórico de abusos por parte dos detidos, além de prestar apoio psicológico à vítima e à família.

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