O cabo Thiago Durade, lotado no 33º BPM (Angra dos Reis), foi condenado a 1 ano e 2 meses de detenção pela Justiça Militar do Rio de Janeiro por mau uso de câmeras corporais em três abordagens a suspeitos de tráfico de drogas.
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Em um dos casos, ocorrido em agosto de 2023, Durade deixou o equipamento no banco da viatura por 18 minutos. Em outro, flagrado por um colega, ele afirmou ter uma “empreitada para recolher espólio” — termo usado para extorsão de traficantes — após receber uma ligação, situação registrada pela câmera do outro policial.
O militar alegou que não filmou em algumas ocasiões porque o suspeito era informante ou porque teria ido ao banheiro. Desde 2024, o Ministério Público já denunciou 44 policiais militares por condutas semelhantes, reforçando a fiscalização sobre o uso correto das câmeras corporais nas corporações.
