A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a cirurgiã-dentista Cynthia Eckert Brito passe a usar tornozeleira eletrônica após indícios de descumprimento de medidas judiciais e tentativa de deixar o país.
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Ré por lesão corporal grave e gravíssima, a profissional é acusada de causar danos à advogada Eloah Teixeira Carneiro Lins, que ficou internada por 12 dias após um procedimento estético. Segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, mesmo proibida, Cynthia continuava realizando atendimentos e divulgando serviços.

Além do uso de tornozeleira, a Justiça determinou a entrega do passaporte em até 24 horas, proibiu a saída do país e impôs o comparecimento mensal em juízo. A dentista também está impedida de exercer atividades relacionadas à harmonização facial e de fazer qualquer tipo de publicidade, incluindo em redes sociais.

A decisão judicial foi motivada pelo entendimento de que a continuidade das atividades da acusada poderia representar risco à saúde e à vida de outras pessoas.
O caso teve início após a advogada realizar uma platismoplastia em 2024. Logo após o procedimento, ela apresentou complicações graves, como inchaço intenso, escurecimento da pele e dores, sendo posteriormente internada em estado considerado grave.
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Caso descumpra as medidas impostas, Cynthia Eckert Brito poderá ter a prisão decretada. A defesa informou que ainda não foi oficialmente intimada da decisão.
