A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza, neste domingo (16), uma operação para capturar os responsáveis pelo ataque à 60ª DP (Campos Elíseos), em Duque de Caxias, na noite de sábado (15). O grupo conseguiu resgatar dois presos, mas foi contido por policiais de plantão.
Durante a ação, um suspeito morreu em confronto e seis foram presos. Equipes foram enviadas às comunidades Vai Quem Quer, Rua 7, Santa Lúcia e Rodrigues Alves, com apoio de um presidente. A delegacia foi reforçada, e a polícia solicitou a transferência de segurança dos detentos para um presídio federal.
O governador Cláudio Castro declarou que todos os envolvidos foram identificados e prometeu uma resposta energética. O secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, classificou o ataque como um “ato terrorista” contra as forças de segurança e garantiu que novas operações serão realizadas.
O ataque foi organizado por Joab da Conceição Silva e contornou com pelo menos dez criminosos armados. Dois policiais ficaram feridos para impedir uma invasão, mas já receberam alta. O objetivo do grupo era libertar Rodolfo Manhães Viana, conhecido como Rato, apontado como chefe do tráfico na Vai Quem Quer, e seu segurança, Wesley de Souza do Espírito Santo.
Os dois foram presos na manhã de sábado (15) durante uma operação que desarticulou um plano para ampliar o domínio do tráfico no Morro do Juramento, na Zona Norte do Rio. Rato, que já tinha sido preso em 2013, foi solto em julho deste ano.
