magens registradas logo após a operação policial desta quarta-feira (18) revelam um cenário de extrema violência no imóvel onde Carlos Augusto dos Santos, o Jiló dos Prazeres, e outros seis homens foram mortos no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa. O vídeo detalha uma quantidade massiva de sangue espalhado pelos cômodos, evidenciando a letalidade da ação.
Veja mais matérias sobre a morte de Jiló dos Prazeres: https://www.cic7noticias.com/casos-de-policia/apos-morte-de-jilo-e-mais-6-criminosos-incendeiam-onibus-fecham-vias-e-espalham-terror-no-rio-comprido-veja/
Embora a versão oficial da Polícia Militar indique que as mortes ocorreram durante um confronto armado, familiares de Jiló contestam a narrativa oficial. Ao chegarem ao local, parentes afirmaram que as marcas nos corpos não eram compatíveis apenas com disparos de armas de fogo, sustentando que os mortos apresentavam perfurações causadas por facas.
Jiló, de 55 anos, era apontado como um dos chefes mais antigos do Comando Vermelho na região central do Rio. Com um histórico criminal que acumulava 135 passagens pela polícia e oito mandados de prisão em aberto, ele era investigado por tráfico, sequestros e pelo assassinato do turista italiano Roberto Bardella, ocorrido em 2016.
Além do líder do tráfico local, outros seis suspeitos que estavam no imóvel com ele não resistiram. A operação tinha como objetivo cumprir mandados contra traficantes e assaltantes que atuam nas comunidades de Santa Teresa.
Devido às afirmações da família sobre o uso de armas brancas, a perícia da Polícia Civil foi acionada para realizar exames detalhados no local e nos sete corpos encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML). Os laudos cadavéricos serão fundamentais para confirmar se os óbitos foram causados por projéteis ou por instrumentos cortantes.
O policiamento segue reforçado no Morro dos Prazeres para evitar novos confrontos e garantir a segurança na região.
