Um bebê de 1 ano, diagnosticado com paralisia cerebral e hidrocefalia, está impossibilitado de realizar o tratamento adequado por conta da falta de água na residência da família, no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A situação tem causado desespero e incerteza aos familiares, que dependem do abastecimento regular para manter os cuidados básicos de saúde da criança.
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Segundo a avó do bebê, a ausência de água compromete procedimentos essenciais do tratamento diário, além da higiene necessária para evitar infecções. Ela relatou que o fornecimento tem sido constantemente adiado, sem uma previsão concreta de normalização.
“Estou desesperada. Eles falam que vai voltar em 72 horas, aí mais 72, mais 72… e a gente não aguenta mais essa incerteza”, desabafou.
A família afirma que já buscou informações junto aos responsáveis pelo abastecimento, mas recebe apenas prazos sucessivos que não são cumpridos. Enquanto isso, o bebê segue sem condições adequadas para dar continuidade ao tratamento, o que agrava ainda mais o quadro de saúde.
