A disseminação de fake news a respeito de possíveis ataques a escolas tem provocado preocupação entre os estudantes, levando alguns a carregarem facas para se defenderem. Em Manguinhos, um aluno foi flagrado com uma faca na mochila sem ameaçar ninguém. Um caso similar ocorreu em Ramos, no Rio de Janeiro.
O Tenente Coronel Oliveira, comandante do 25º Batalhão da Polícia Militar (BPM), concedeu entrevista exclusiva ao portal CIC7 Notícias, abordando a operação “Escola Segura”, deflagrada pela Polícia Militar. A ação mobiliza diversos policiais para patrulhar todas as escolas da Região dos Lagos, sejam elas públicas ou particulares.
Na última quarta-feira (05), um homem suspeito de enviar mensagens ameaçadoras a alunos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica, na Baixada Fluminense, foi preso. Agentes receberam informações e o conteúdo das mensagens, iniciando uma investigação e ações de inteligência. Nas conversas divulgadas nas redes sociais, o suspeito proferiu ofensas racistas, homofóbicas, machistas e de violência sexual, além de afirmar que cometeria “um massacre” nos próximos dias. A equipe da 48ª DP identificou e prendeu o autor, cumprindo um mandado de prisão preventiva.
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A 126ª DP – Cabo Frio está monitorando as redes sociais em busca de qualquer menção a eventos desta natureza ou indícios que levem à identificação de possíveis atos terroristas na cidade. Ainda não há formalização de qualquer indício de procedência de atos criminosos futuros na circunscrição. A Polícia Civil e demais órgãos de Segurança Pública realizam monitoramento constante de assuntos desta natureza e alertam quanto à possibilidade de eventuais “haters”, aproveitando-se de tragédias como a de Blumenau, difundirem informações visando apenas a propagação do pânico na população.
A 125ª DP continua investigando para identificar possíveis autores, eventuais “haters”, que estão trazendo pânico à população. Uma vez identificados, poderão responder por diversos crimes, como ameaça, falsa identidade, apologia ao crime, entre outros, ou até por interrupção de serviço de utilidade pública, com penas de 1 a 5 anos de reclusão e multa. Outras delegacias também já se manifestaram, e as investigações seguem em andamento.
