O candidato à Prefeitura de Cabo Frio Dr. Serginho (PL) denunciou, nesta quinta-feira (19), a produção e circulação de material difamatório contra sua campanha. A produção, de acordo com ele, foi da equipe de sua principal adversária, a atual prefeita e candidata à reeleição, Magdala Furtado (PV).
A denúncia envolve a distribuição de uma revista com conteúdos falsos, no objetivo de atacar Serginho. O material só não foi para as ruas porque a Polícia Civil o interceptou antes.
Durante a denúncia, o candidato afirmou que o material contém o CNPJ da campanha de Magdala, o que, segundo ele, comprovaria a origem do ataque. “Aqui é o material de campanha realmente do outro lado, com o CNPJ do outro lado, cuja tiragem de duas mil revistas não condiz com a tiragem do que foi produzida”, disse Serginho.
Nesse sentido, o candidato apontou que a produção excedeu o número oficial de cópias registradas, o que configura outro possível crime eleitoral.
Entre as acusações contidas na revista está uma menção à advogada Kenya Grossi de Figueiredo, esposa do procurador-geral do município, David Figueiredo, que também atua como advogado da campanha adversária. Serginho destacou a gravidade da situação, afirmando que o material atinge pessoas inocentes e ultrapassa os limites do debate político, ferindo relações familiares.
“A gente já adotou as medidas necessárias, já comunicou os órgãos responsáveis e a coisa vai para frente”, garantiu o candidato, que afirmou manter sua estratégia de “campanha limpa”, focada em propostas para Cabo Frio.

