Uma mãe expressou sua indignação em relação ao atendimento recebido no Hospital de São Vicente, após quase perder sua filha de 1 ano e 11 meses. Ela descreveu que sua filha chegou ao hospital com febre na segunda-feira passada, além de um furúnculo no glúteo, porém, o tratamento recebido não atendeu às suas expectativas.
De acordo com o relato, a criança foi inicialmente atendida por uma acadêmica, que prescreveu dipirona como medicação. Posteriormente, outra médica interferiu no tratamento, indicando a aplicação de Benzetacil. A mãe, embora nervosa, permitiu a intervenção, mas observou que foi prescrita uma dosagem alta para a idade da criança.
Após duas horas de observação, durante as quais a febre persistiu, foram administradas mais doses de dipirona. No entanto, ao retornar para casa, em vez de melhorar, o furúnculo da criança piorou, causando preocupação à mãe.
No dia seguinte, a febre e o inchaço no glúteo persistiram, levando a mãe a retornar ao hospital, onde foi solicitado um exame de sangue. No entanto, o resultado do exame não estava disponível quando retornaram na manhã seguinte, resultando em uma espera prolongada e angustiante.
Após várias idas e vindas ao hospital, a criança foi transferida para o UPA de Araruama, onde foi constatado um alto nível de infecção. Durante a espera pela ambulância, a mãe notou uma reação adversa à medicação administrada, solicitando sua interrupção. No entanto, sua solicitação não foi prontamente atendida, resultando em um episódio angustiante para a criança e sua família.
