O traficante conhecido pelos apelidos de “Chefinho” ou “Neymar” teria sido executado por integrantes da própria facção criminosa na comunidade do Amarelinho, em Irajá, na Zona Norte do Rio.
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Segundo informações que circulam em redes sociais e grupos ligados ao crime organizado, o homem foi acusado de atuar como informante, repassando informações que teriam facilitado ações de facções rivais em áreas controladas pelo TCP, como Acari e o próprio Amarelinho.


Após a suposta execução, criminosos passaram a comentar o caso em perfis e publicações nas redes sociais. Em uma das mensagens compartilhadas, um integrante da facção afirmou que o traficante teria sido morto por suspeita de ser “X9”, expressão usada no meio criminoso para se referir a informantes.
Outras postagens fazem referência à violência da execução. Segundo os comentários divulgados pelos próprios criminosos, o homem teria tido o rosto atingido por diversos disparos de arma de fogo. As publicações repercutiram rapidamente em páginas que acompanham a movimentação de facções criminosas no Rio de Janeiro.
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Até o momento, não há confirmação oficial das autoridades sobre a morte do traficante nem sobre a localização do corpo. A Polícia Civil também não se pronunciou sobre o caso.
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