Conversas obtidas pela Polícia Federal revelaram uma relação de extrema proximidade entre o cabo da Polícia Militar Luciano da Costa Ramos Júnior e Gabriel Dias de Oliveira, conhecido como Índio do Lixão, apontado pelas autoridades como um dos principais chefes do Comando Vermelho na comunidade do Lixão, em Duque de Caxias.
🚨Clique aqui para fazer parte do nosso grupo de whatsapp e receber todas as notícias da cidade em primeira mão!
De acordo com a investigação, os dois se tratavam como “irmãos” em mensagens extraídas dos aparelhos celulares apreendidos. Nas conversas, o policial afirmava ter acesso a informações sigilosas sobre investigações e decisões judiciais envolvendo integrantes da facção.
Segundo os investigadores, Luciano alegava possuir acesso a dados do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), repassando supostas informações privilegiadas ao traficante.
No entanto, a apuração revelou uma reviravolta. Imagens das câmeras de segurança do complexo do Ministério Público não registraram a presença do policial nos locais e horários em que ele dizia estar, levantando a suspeita de que ele fornecia informações falsas.
Perícias realizadas pelo Ministério Público concluíram ainda que documentos e denúncias atribuídos ao Gaeco apresentavam indícios claros de falsificação. Os materiais foram considerados fraudulentos pelos peritos.
Clique no link e veja as últimas notícias do Rio: https://www.cic7noticias.com/category/rio-de-janeiro/
A investigação aponta que o policial pode ter enganado não apenas as autoridades, mas também integrantes da própria organização criminosa, ao apresentar informações supostamente sigilosas que não tinham origem oficial.
O caso segue sendo apurado pelas autoridades competentes.
