Familiares, amigos e moradores da comunidade do Bateau Mouche, na Praça Seca, realizaram uma manifestação pedindo justiça para Hayanna Almeida, de 28 anos, que foi atacada com 34 facadas na madrugada de domingo (31). O grupo protestou na Avenida Cândido Benício e cobrou a punição dos responsáveis pelo crime.
Segundo familiares, Hayanna segue internada no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, com estado de saúde considerado estável. A jovem sobreviveu após receber socorro de moradores da comunidade logo após o ataque.
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Durante a manifestação, parentes afirmaram que as ameaças contra Hayanna não eram recentes. A irmã da vítima relatou que uma das suspeitas, apontada como ex-sogra da jovem, já teria feito ameaças anteriormente. Amigos também afirmam que os conflitos se intensificaram após a morte do marido de Hayanna, ocorrida há cerca de dois meses.
O caso é investigado pela Polícia Civil. A família pede justiça e cobra a prisão das envolvidas no ataque. Além disso, pessoas próximas à vítima afirmam ter recebido mensagens intimidatórias após a repercussão do caso nas redes sociais.
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