CASO YPÊ: Ypê orienta consumidores a NÃO usarem produtos suspensos pela Anvisa e confirma reembolso após suspeita de contaminação bacteriana

Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 12 horas ago

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A empresa Ypê orientou, na noite desta terça-feira (19), que consumidores não utilizem nem descartem os produtos suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A fabricante também confirmou que clientes poderão solicitar reembolso dos itens afetados.

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Segundo a empresa, os produtos devem ser guardados adequadamente até novas orientações da Anvisa.

A medida da Anvisa atinge todos os lotes de detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes com numeração final 1.

O caso começou após inspeções realizadas na fábrica da empresa, em Amparo (SP), em conjunto com órgãos de vigilância sanitária paulista. De acordo com a Anvisa, foram encontradas falhas em etapas importantes do processo produtivo, incluindo problemas nos sistemas de controle de qualidade, equipamentos com sinais de corrosão e armazenamento inadequado de resíduos.

Ainda segundo a agência, a bactéria Pseudomonas aeruginosa foi identificada em mais de 100 lotes de produtos acabados da marca.

Especialistas afirmam que a bactéria representa baixo risco para pessoas saudáveis, mas pode trazer complicações para grupos mais vulneráveis, como imunossuprimidos, pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, pessoas com queimaduras, feridas ou dermatites, além de bebês e idosos fragilizados.

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A orientação geral é interromper imediatamente o uso dos produtos atingidos pela suspensão. Especialistas também recomendam a troca de esponjas utilizadas com os detergentes afetados e, em alguns casos, relavar roupas íntimas, toalhas e peças de bebês com outros produtos.

A Ypê, porém, contesta as conclusões da Anvisa. A empresa afirma que a inspeção não encontrou contaminação nos produtos comercializados e diz que as imagens divulgadas da fábrica mostram áreas sem contato direto com os itens vendidos ao consumidor.

A fabricante informou ainda que pretende apresentar novos testes feitos por laboratórios independentes autorizados pela Anvisa para contestar a suspensão.

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