A investigação sobre a morte de Thaysa Campos dos Santos, de 23 anos, ganhou um novo avanço quase seis anos após o crime, ocorrido em Deodoro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
🚨 Clique aqui para fazer parte do nosso grupo de whatsapp e receber todas as notícias da cidade em primeira mão!
Uma perícia realizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro identificou um suspeito a partir da análise de imagens de câmeras de segurança. O trabalho comparou registros antigos com gravações mais recentes feitas pela polícia.
Segundo a apuração, o exame apontou Washington Franklin Souza da Silva, conhecido como “Bolinho”, como o homem que aparece conduzindo a vítima antes de ela ser encontrada morta.
A análise foi conduzida pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia do MPRJ e levou em consideração características como forma de andar, movimentação dos braços, postura corporal e inclinação do tronco — técnica usada para identificar padrões de comportamento em vídeos.
Thaysa estava grávida de oito meses quando desapareceu, em setembro de 2020. Dias depois, foi encontrada sem vida. Com o avanço da perícia, o Ministério Público aditou a denúncia, e o suspeito passou a responder por feminicídio, ocultação de cadáver e aborto.
O caso tramita no Segundo Tribunal do Júri. A acusação aponta que o crime teria ligação com o relacionamento entre o réu e a vítima. Segundo as investigações, ele seria casado, teria mantido um envolvimento com Thaysa e seria apontado como pai da criança que ela esperava.
A defesa nega as acusações e afirma que a perícia é contestada, sustentando que o acusado estaria em outro local no momento do crime. Ele responde ao processo em liberdade.
Clique no link e veja as últimas notícias do Rio: https://www.cic7noticias.com/category/rio-de-janeiro/
O avanço reforça o uso de tecnologia pericial em investigações no estado, especialmente na reanálise de imagens e cruzamento de dados antigos.
A família da vítima segue cobrando respostas, principalmente sobre o paradeiro da criança que Thaysa esperava, que ainda é um dos pontos centrais da investigação.
