A Justiça do Rio concedeu liberdade a Marina Calmon Lopes, de 25 anos, acusada de atropelar e matar a guarda municipal Kelly Cristina Duffles Ribeiro, de 44 anos, em Senador Camará, na Zona Oeste. O caso aconteceu no último dia 5 de abril.
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Marina, que é estudante de Direito, não possuía carteira de habilitação e dirigia o carro da mãe no momento do acidente. Ela ficou presa por 11 dias e teve a liberdade concedida no dia 16, após decisão da 2ª Vara Criminal da Regional de Bangu.
No dia em que foi detida, a acusada apresentou sinais de embriaguez e chegou a afirmar inicialmente que estava no banco do carona, alegando que o motorista havia fugido do local. Posteriormente, ela admitiu que era quem conduzia o veículo.
Na decisão, a Justiça entendeu que não há elementos que indiquem que a acusada represente perigo, afastando a necessidade de manutenção da prisão. Em substituição, foram impostas medidas cautelares.
Entre as determinações, Marina deverá comparecer periodicamente à Justiça até o dia 10 de cada mês, além de estar presente em todos os atos do processo para os quais for intimada. Ela também está proibida de mudar de endereço sem comunicação prévia ao juízo e não poderá se ausentar da cidade por mais de oito dias sem autorização judicial. As medidas têm prazo inicial de 120 dias, podendo ser reavaliadas.
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De acordo com testemunhas, no momento do acidente, a jovem trafegava em alta velocidade, em zigue-zague e apresentava sinais de embriaguez. Os relatos indicam ainda que o veículo derrapava antes de atingir a vítima e só parou após colidir contra a parede de um posto de combustível.
Ela foi conduzida à 34ª DP (Bangu), onde foi autuada em flagrante por homicídio culposo — quando não há intenção de matar — decorrente de atropelamento. O caso segue em andamento na Justiça.
