Execução de bicheiro Fernando Iggnácio vai a júri; entre os réus, ex-PM e policial da ativa, enquanto Rogério Andrade segue preso fora do julgamento. Entenda:

Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 3 horas ago

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Três suspeitos de participação na execução do bicheiro Fernando Iggnácio estão sendo levados a júri popular nesta quinta-feira (9), no 1º Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Rio. A sessão teve início por volta das 12h30.

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Apontado como mandante do crime, o também bicheiro Rogério Andrade está preso, mas não será julgado neste processo.

Inicialmente, três réus seriam julgados:

  • Rodrigo Silva das Neves, apontado como miliciano, preso em janeiro de 2021 na Bahia;
  • Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, ex-PM, preso em fevereiro de 2023 no Paraná;
  • Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, o “Pedrinho”, preso no Paraguai em janeiro de 2025.

No entanto, o advogado de Otto e Pedro alegou insanidade mental de Pedrinho e pediu absolvição. O juiz não aceitou, e ambos decidiram dispensar a defesa, o que levou ao adiamento do julgamento dos dois.

Com isso, o júri segue apenas com Rodrigo Silva das Neves como réu. A defesa dele nega qualquer envolvimento no crime e afirma que a investigação da Delegacia de Homicídios foi “uma farsa”.

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Um quarto suspeito, Ygor Rodrigues Santos da Cruz, conhecido como “Farofa” e apontado como matador de aluguel, foi encontrado morto em novembro de 2022, no Recreio dos Bandeirantes.

Relembre o crime

Fernando Iggnácio, genro do contraventor Castor de Andrade, foi executado em 10 de novembro de 2020, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio.

Ele havia acabado de desembarcar de um helicóptero vindo de Angra dos Reis quando foi alvo de uma emboscada e atingido por disparos de fuzil calibre 5.56 ao caminhar até o carro.

Segundo as investigações, o crime teria sido encomendado por Rogério Andrade, sobrinho de Castor, em meio a uma longa disputa pelo controle do jogo do bicho no Rio de Janeiro.

O caso também envolve outros nomes, como o policial militar reformado Márcio Araújo de Souza, apontado como intermediador, e Gilmar Eneas Lisboa, acusado de monitorar os passos da vítima meses antes do assassinato.

Rogério Andrade segue preso em unidade federal e responde ao processo em separado.

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Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 3 horas ago

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