Após decisão do STF que estabeleceu maioria para voto secreto na escolha do substituto de Cláudio Castro, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro precisa localizar o equipamento histórico para cumprir a determinação.
A cabine de votação secreta, que foi aposentada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) em 2001 e hoje faz parte da exposição permanente do Palácio Tiradentes, voltou ao centro das discussões políticas após a formação de maioria no Supremo Tribunal Federal (STF) favorável à realização de eleição indireta com voto secreto para definir o substituto do governador Cláudio Castro (PL). Segundo a tese vencedora no plenário virtual do STF, a escolha do novo ocupante do cargo deve seguir o rito de voto secreto, o que obriga a Alerj a utilizar o equipamento histórico que estava guardado como peça de museu. Parlamentares e assessores confirmam que a cabine está disponível para uso imediato e que sua reativação atenderá tanto à exigência legal quanto ao interesse da transparência no processo sucessório. A exposição no Palácio Tiradentes, que preserva a memória institucional do estado, agora ganha um novo capítulo ao servir como recurso prático para a democracia fluminense.
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