Um ano após imobilizar ex-PM que tentou atirar em sua cabeça, professor de jiu-jitsu cobra prisão de piloto e mandante de atentado; veja o vídeo:

Por Caio Gervazoni - Rio Janeiro

Publicado há 7 meses ago

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O professor de jiu-jitsu vítima de uma tentativa de homicídio no bairro Parque Burle, em Cabo Frio, utilizou as redes sociais para fazer um desabafo e cobrar celeridade das autoridades. O crime completou um ano no último dia 13 de março e, segundo a vítima, embora a executora tenha sido presa em flagrante na ocasião, o condutor da motocicleta e o suposto mandante do crime seguem em liberdade.

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Veja mais informações sobre o caso: https://www.cic7noticias.com/casos-de-policia/homem-e-procurado-como-cumplice-de-ex-pm-em-tentativa-de-homicidio-em-cabo-frio/

Em um vídeo emocionado, o lutador descreveu o impacto psicológico do atentado em sua rotina e na de seus filhos, de quatro e nove anos, que presenciaram a ação. “Hoje quem está preso sou eu. Não posso levar meus filhos na pracinha, não posso ir à padaria. Vivo uma prisão sem grades enquanto os responsáveis estão soltos”, declarou o professor, que faz um apelo direto ao Ministério Público (MPRJ) e à 126ª DP (Cabo Frio).

Relembre o caso

O atentado ocorreu em 13 de março de 2025, em plena luz do dia. Imagens de câmeras de segurança registraram quando uma motocicleta se aproximou do veículo da vítima. Na garupa estava Michele, ex-policial e fiscal de posturas concursada de Arraial do Cabo, que tentou efetuar disparos de pistola 9mm contra a cabeça do lutador.

A arma falhou no momento do ataque, permitindo que o professor reagisse. Utilizando suas técnicas de artes marciais, ele conseguiu imobilizar a agressora até a chegada da Polícia Militar. Michele foi presa em flagrante e o caso foi registrado na delegacia local.

O professor relatou que a família ainda sofre as consequências do trauma, com as crianças necessitando de acompanhamento psicológico. Ele enfatiza que o crime foi planejado por alguém que conhecia sua rotina e que o ataque ocorreu mesmo com a presença dos filhos menores.

“Quem mandou fazer sabia da minha rotina e esperou o momento em que eu estava com meus filhos para agir. É uma covardia que ainda dói muito”, desabafou.

Até o momento, a investigação segue sob sigilo de Justiça. A principal queixa da vítima é a falta de desfecho quanto ao paradeiro do piloto da moto e a identificação formal e responsabilização do mandante. A Polícia Civil e o Ministério Público foram marcados na publicação do lutador, que busca mobilizar a opinião pública para que o processo saia da estagnação.

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Por Caio Gervazoni - Rio Janeiro

Publicado há 7 meses ago

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