Polícia aponta que professor desaparecido deixou Região dos Lagos por vontade própria e não quer contato com a família

Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 4 meses ago

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A investigação sobre o desaparecimento do professor de dança Eduardo dos Santos Alves, de 29 anos, teve um novo desdobramento. Fontes ligadas à Polícia Civil informaram que o jovem não deseja retomar contato com a família neste momento e teria seguido voluntariamente para a cidade do Rio de Janeiro, onde pretende procurar emprego.

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Segundo as informações apuradas, Eduardo deixou a Região dos Lagos por decisão própria após ser visto em São Pedro da Aldeia, e manifestou, em conversas com pessoas que o auxiliaram, o desejo de seguir a própria vida sem manter comunicação com familiares ou amigos próximos.

O caso ganhou repercussão após Eduardo, morador de Osasco (SP), ser dado como desaparecido depois de sair para um encontro marcado por aplicativo de relacionamento em Cabo Frio, na madrugada de domingo (4). O último contato com amigos ocorreu por volta das 5h11, quando ele informou que estava na casa da pessoa com quem havia se encontrado.

Na manhã de segunda-feira (5), Eduardo foi visto em um posto de combustíveis em São Pedro da Aldeia, onde pediu ajuda a uma frentista. Ele estava descalço, sem documentos e sem telefone celular, relatando que havia perdido os pertences após se encontrar com alguém “que não era de confiança”. A funcionária informou que o jovem apresentava escoriações no braço e estava sujo.

Sensibilizada, a frentista tentou ajudá-lo a entrar em contato com conhecidos por meio das redes sociais, momento em que descobriu que Eduardo era considerado desaparecido. A informação foi repassada aos amigos e chegou à Polícia Civil.

Ainda no posto, o professor recebeu auxílio para sacar R$ 300, valor que teria sido usado para seguir viagem. Ele foi orientado a ir até a rodoviária de São Pedro da Aldeia, onde teria embarcado em um ônibus. Amigos chegaram a ir ao local em busca de informações, mas não conseguiram localizá-lo.

De acordo com fontes da investigação, as diligências realizadas até agora não apontam indícios de crime, reforçando a linha de que o desaparecimento ocorreu de forma voluntária. Mesmo assim, o caso segue sob acompanhamento da Polícia Civil, que mantém o registro ativo e continua apurando todas as informações relacionadas.

A ocorrência foi inicialmente registrada na 14ª DP (Leblon) e posteriormente encaminhada à 126ª DP (Cabo Frio), responsável pela investigação.

As autoridades informam que permanecem à disposição para receber informações que possam contribuir para o esclarecimento definitivo do caso.

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Por Vitor Lobo - Rio Janeiro

Publicado há 4 meses ago

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