Tentativa de assassinato contra empresário Max teria sido planejada por políticos em Araruama, revela documento do MP

Por Cic7 Redação - Rio Janeiro

Publicado há 1 ano ago

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Um documento oficial do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), obtido com exclusividade, revela detalhes alarmantes sobre uma suposta conspiração para assassinar um empresário conhecido como “Max”, que atua no setor de licitações públicas em Araruama, na Região dos Lagos.

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Segundo a Promoção de Arquivamento da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Araruama, uma denúncia anônima enviada à Ouvidoria do MPRJ indicou que, no dia 18 de outubro de 2024, teria ocorrido uma reunião na sede da Secretaria de Obras do município, localizada na Estrada Amaral Peixoto, Km 102, em Araruama. O encontro, realizado na sala do então secretário Claudio Barreto, teria contado com a presença dos vereadores Armando Polati e Magno Dheco, além do empresário conhecido como “Márcio Pisão”. O objetivo da reunião seria a articulação de um plano para assassinar Max, empresário que, segundo a denúncia, estaria vencendo “todas as licitações da cidade”.

A gravidade da denúncia se intensifica com a informação de que Max já teria sofrido uma tentativa de homicídio cerca de dois meses antes da suposta reunião. Ainda de acordo com a peça, uma nova reunião para detalhar o plano estaria marcada para ocorrer no sítio do vereador Magno Dheco, cujo endereço não foi informado.

Apesar das informações apresentadas, o Ministério Público optou por arquivar a representação com base na Resolução CNMP n° 174/17, alegando que a origem anônima da denúncia inviabiliza o prosseguimento formal da apuração nesse formato específico. A Promotoria informou que já havia encaminhado ofício à 118ª Delegacia de Polícia de Araruama para que o caso seja investigado pela via policial.

O documento reforça que, conforme o arcabouço jurídico vigente, notícias de fato com autoria anônima não se submetem ao procedimento tradicional de arquivamento previsto no artigo 28 do Código de Processo Penal, dispensando inclusive comunicação formal ao Judiciário.

A população e autoridades locais aguardam por desdobramentos concretos diante de uma denúncia que, mesmo arquivada formalmente pelo MP, carrega acusações que não podem ser ignoradas.

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Por Cic7 Redação - Rio Janeiro

Publicado há 1 ano ago

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