Com a morte do Papa Francisco nesta segunda-feira (21) e a proximidade do conclave que definirá o novo líder da Igreja Católica, nomes começam a despontar como possíveis sucessores no comando do Vaticano.
Seis cardeais têm aparecido com frequência nas principais listas de apostas: Robert Sarah (Guiné), Péter Erdo (Hungria), Matteo Maria Zuppi (Itália), Pietro Parolin (Itália), Jean-Marc Aveline (França) e Luis Antonio Gokim Tagle (Filipinas).
De acordo com o site especializado “Colégio dos Cardeais”, 22 nomes estão entre os mais cotados para a sucessão. Entre eles estão Fridolin Ambongo Besungu (República Democrática do Congo), Anders Arborelius (Suécia), Angelo Bagnasco (Itália), Charles Maung Bo (Mianmar), Raymond Leo Burke (EUA), Willem Jacobus Eijk (Holanda), Fernando Filoni (Itália), Marc Ouellet (Canadá), Pierbattista Pizzaballa (Palestina) e Dom Odilo Scherer (Brasil).
Dom Odilo continua elegível e figura entre os cardeais com direito a voto, assim como Turkson (Gana), Dolan (EUA), Ortega (Cuba), Tagle (Filipinas) e Burke (EUA), que voltam a ser citados como possíveis “papáveis”.
Nove cardeais que chegaram a ser considerados favoritos em conclaves anteriores estão fora da votação por terem mais de 80 anos, idade máxima permitida para eleitores.
Em 2013, a escolha de Jorge Mario Bergoglio surpreendeu, já que o argentino não figurava entre os nomes mais cotados para o cargo.
