O estado do Rio de Janeiro confirmou 269 casos de mpox entre janeiro e 3 de novembro de 2026, sem nenhuma morte registrada, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), que divulgou os dados na terça-feira (3). No mesmo período de 2025, foram 92 casos. Em todo o Brasil, o número é de 665 casos no ano.
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Vacinas
A SES-RJ afirmou que deve receber reforço nos estoques de vacina contra a mpox, principalmente perto do fim do ano, quando há mais circulação de pessoas. Segundo os dados do Painel de Ocorrência, com informações da Rede Nacional de Dados em Saúde, o estado aplicou 953 doses até segunda-feira (2). O esquema prevê duas doses, com 28 dias de intervalo.
Quem tem prioridade
A vacina é indicada primeiro para quem corre mais risco de exposição ou de agravamento: profissionais de laboratório que trabalham com orthopoxvírus, pessoas vivendo com HIV/Aids com imunossupressão e quem teve contato direto de médio ou alto risco com um caso suspeito ou confirmado, após avaliação da vigilância em saúde.
O que é a doença
A mpox é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox, que provoca erupções e lesões na pele.
Como se prevenir
A SES-RJ recomenda evitar contato próximo com pessoas que tenham sinais da doença, principalmente lesões na pele ou nas mucosas, evitar contato íntimo e relações sexuais se houver sintomas suspeitos e não compartilhar objetos de uso pessoal. Quem notar lesões suspeitas deve procurar uma unidade de saúde.
O espaço segue aberto para esclarecimentos e atualizações sobre o caso.
